A verdadeira Igreja de Cristo

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Até o século XVI não existia forma alguma de protestantismo; até o século XX não existia a Assembléia de Deus nem o Movimento de Nova Vida. Cada denominação protestante tem um fundador humano antes do qual ela não existia. Somente a Igreja Católica, fundada por Jesus e entregue a Pedro e seus sucessores, atravessa os séculos como a Igreja de Cristo. As falhas que os seus membros humanos cometem, não impedem a presença e a ação de Cristo nessa Santa Igreja, à qual, aliás, Cristo garantiu a sua assistência infalível quando disse aos Apóstolos: “Estarei convosco até a consumação dos séculos” (Mt 28,20). Por isso, não é lícito “re-fazer” a Igreja de Cristo, mas aos homens compete apenas empenhar-se para que seja sempre purificada a face externa da Igreja.
Aqueles que conhecem a história das denominações protestantes não se adeririam tão facilmente a elas, ou as deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se opõem à intenção de Jesus Cristo.

DENOMINAÇÃO FUNDADOR DATA LOCAL
Católica Jesus Cristo Ano 30 Palestina
Anglicana Henrique VIII Ano 1534 Inglaterra
Batista John Smyth Ano 1604 Inglaterra
Adventista William Miller Ano 1844 Estados Unidos
Na raiz de todo este esfacelamento do Cristianismo, que se perde cada vez mais em fantasias arbitrárias, está o princípio, estipulado por Lutero, segundo o qual a Bíblia deve ser interpretada por cada leitor em “livre exame”.
É compreensível que tal princípio tenha levado o protestantismo a se subdividir cada vez mais, das quais as posteriores pretendem sempre reformar as anteriores e são reformadas pelas subseqüentes.
Os membros de tais comunidades reformadas seguem tão somente o alvitre subjetivo e imaginoso de um “profeta”, e não mais a palavra de Jesus Cristo. Este fundou uma só Igreja, que Ele confiou a Pedro, dando-lhe a garantia de sua assistência infalível até a consumação dos séculos(Cf.Mt16,16-19); fora desta única Igreja, há somente sociedades humanas cristãs, que não podem ser ditas “Igrejas de Cristo”, mas obras meramente humanas.
O mestre protestante pode dizer (ou ao menos pensar): “Eu julgo que a Palavra de Deus na Bíblia tem tal ou tal significado e, por isso, acarreta tais e tais conclusões práticas”. Se tal interpretação não se encontra em alguma comunidade eclesial, o mestre protestante que o queira, pode fundar a sua “Igreja”; foi o que Lutero fez em relação à Igreja Católica; foi o que muitos discípulos de Lutero fizeram em relação a este; foi o que discípulos de discípulos de reformadores fizeram em relação aos seus mestres.
Há quem enumere mais de 1600 denominações “cristãs” somente na África.

Fonte: Livro do Teólogo Dom Estevão Bittencourt

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