PROFECIAS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

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PROFECIAS DE NOSSOSENHOR JESUS CRISTO

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portasdo Inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus;e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus; e tudo o quedesatares sobre a terra, será desatado também nos céus” (Mt. 16, 18-19).

Aqui Nosso Senhor Jesus Cristo estabelece aAutoridade Máxima, sobre a qual Ele irá edificar a sua Igreja: nasce aqui oPapado.

Logo em seguida Jesus anuncia a guerra que oInferno moverá contra a sua Igreja, que será violentíssima e movida por Satã,em pessoa, e suas legiões de anjos caidos e pelos ímpios pecadores.

Veja também

Essa guerra durará até o Fim do Mundo, e CristoJesus será o vencedor.

“Porque o Filho do homem há de vir na glóriade seu Pai com os seus anjos, então dará a cada um segundo as suas obras’.(Mt. 16, 27).

Jesus fala de sua Segunda Vinda, que será Gloriosae na presença de seus Anjos. Ele virá para premiar os bons e castigar os maus.Resta-nos saber quando Ele virá.

A resposta a esta questão pode ser encontrada naProfecia de São Nilo, Eremita do Século V, que veremos logo mais.

“Estando sentado sobre o monte das Oliveiras,aproximaram-se d’Ele seus discípulos à parte, dizendo: Dize-nos quando sucederáisto, e qual será o sinal da tua vinda e do fim do mundo?” (Mt. 24, 3).

Uma das coisas que devemos ter sempre em mente, aoler os Evangelhos, é que Jesus Cristo é Deus e Homem verdadeiro, e que seus Apóstolose Discípulos sabiam disso. Ora, por ser Deus, Ele tinha uma InteligênciaInfinita, que compreendia o presente, o passado, o futuro e todas as coisas demodo absoluto.

Sabendo disso e tendo fé na sua Onisciência, elesaproximam-se d’Ele para saber o que irá acontecer.

Eles perguntam quando Cristo virá pela segundavez, e quando será o fim do mundo.

Este texto trata, pois, da antiqüíssima eangustiante questão de toda a cristandade, ou seja: da Parusia.

Vejamos qual foi a resposta que Cristo deu a estaquestão.

“Respondendo Jesus, disse-lhes: Vede que ninguémvos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, eseduzirão muitos.” (Mt. 24, 4-5).

Eles perguntam e Jesus responde Profetizando:Lembrem-se de que é Deus quem está falando, e que, portanto, as suas palavrasrevelam como as coisas são realmente.

Aqui Cristo não imagina, nem supõe nada, masafirma exatamente aquilo que Ele vê e compreende com sua InteligênciaInfinita, que pode penetrar a História e desvendar os acontecimentos futuros atéo fim do mundo.

Ele começa por descrever os sinais que precederãoaquele grande dia. Mas Ele, antevendo e antedizendo, começa alertando para quetomemos cuidado com os “falsos profetas” e “falsos doutores”,“hereges” e “falsos pastores”, que precederão aquele grande dia.

O surgimento de “falsos pregadores” é oprimeiro sinal que Cristo dá de sua segunda vinda.

Ele disse: “Virão muitos em meu nome”.Resta-nos saber o que significa agir em nome de Cristo.

Ora, vir em nome de Cristo significa ser enviadopor Ele, ou seja: significa receber aquela Ordem que Ele deu a seus a seus Apóstolos,de pregarem o Evangelho a todos os povos. Esta Ordem passou de Cristo aos Apóstolos,e de seus Apóstolos a seus legítimos Sucessores.

Vir falsamente em nome de Cristo significa pregar oEvangelho em desacordo formal com a Igreja de Cristo, e esta é uma atitude doshereges e dos cismáticos; significa, ainda, pregar o Evangelho fora da Igrejade Cristo, e essa é a atitude das seitas cristãs, ou do Protestantismo emgeral.

Literalmente falando, este primeiro sinal começoua realizar-se no século XVI, com Martinho Lutero, e perdura até nossos diascom a proliferação das seitas cristãs.

Neste sentido é necessário incluir também omovimento modernista, introduzido no seio da Igreja, e que não deixa de ser umaseita, e que faz de Bispos e Sacerdotes pregadores de doutrinas diferentesdaquelas que a Igreja sempre ensinou.

São Pio X excomungou esse movimento na Encíclica“Pascendi Domini Gregis” (1907).

Portanto, o modernismo e o protestantismo realizam,ao pé da letra, este primeiro sinal dado por Nosso Senhor. São sinaispredecessores da Parusia.

Esta profecia prova, pois, que o Catolicismoconstitui a verdadeira Igreja de Cristo, e que somente os Bispos e Sacerdotesformam a congregação dos verdadeiros e legítimos pastores da Igreja deCristo.

“Porque ouvireis falar de guerras e de rumores deguerras. Olhai, não vos perturbeis; porque importa que estas coisas aconteçam,mas não é ainda o fim.” (Mt. 24, 6).

Guerras e rumores de guerras existiram sempre,desde a princípio do mundo, e este é o segundo sinal que precederá a SegundaVinda Cristo a esta terra.

As guerras, naturalmente, causam enorme pânico naspessoas, mas Nosso Senhor Jesus Cristo exorta a não temermos “os que matam ocorpo, e não podem matar a alma” (Mt. 10, 28), mas que devemos temer a Deusque, por causa de nossos pecados, “pode lançar na geena a alma e ocorpo”. (Mt. 10, 28).

No tempo das guerras Nosso Senhor quer que vençamosa Besta “pelo sangue do cordeiro e pela palavra de seu testemunho”(Ap. 12,11), ou seja, que confessemos os nossos pecados, ao Padre, e que demostestemunho do Evangelho.

No tempo das guerras nós não devemos temer nada,porque “se Deus é por nós, quem será contra nós?” (SP).

Para que vocês tenham uma idéia de como a palavrade Deus é infalível, relato o seguinte milagre, que mostra claramente comoDeus salva aqueles que crêemn’Ele.

Conta-se que quando Hiroshima foi aniquilada pelaprimeira bomba atômica, só um lugar foi singularmente preservado. Até agora,todos os 16 membros daquele lugar estão vivos, ainda que todas as pessoasdentro de uma milha do centro daquela explosão estejam mortas!

Uma daquelas 16 pessoas é o Padre HumbertoSchiffer, O Padre Schiffer disse que centenas de “experts” e investigadores,ao longo dos anos, estudaram aquela casa, buscando o que tinha de diferente jáque estava só a oito quadras do centro da explosão! E ele afirmou que só umacoisa a distinguia: que naquela casa, vivia-se a mensagem de Nossa Senhora de Fátima,rezando o rosário em família todos os dias!” (Revista Estrela, p. 32,mar. 1991, México).

Este formidávelmilagre mostra o porque não devemos temer a guerra, ou seja, prova a infalíveleficácia das palavras de Deus, que disse: “Então acontecerá que todo aqueleque invocar o nome do Senhor, será salvo” (Atos 2, 21).

Resta-nos, agora, saber quando a profecia de NossoSenhor sobre as “guerras” e “rumores” de guerras iriam se realizar.

Essa profecia tem profunda relação com a de NossaSenhora de Fátima, ao falar sobre a Rússia, na segunda parte do terceirosegredo.

Uma consideração mais atenta sobre as palavrasdessa profecia leva a percepção de uma previsão extraordinária que Cristofaz sobre a invenção dos meios de comunicação. Ele disse que as pessoasouviriam noticias de guerras e de rumores de guerras. Ora, são os meios decomunicação que fazem noticiários sobre guerras. Logo, Cristo profetizou ainvenção da imprensa falada e escrita.

Sem os meios de comunicação nós levaríamos váriosmeses, ou até mesmo anos, para receber a notícia de que a Iugoslávia estariaem guerra, por exemplo.

Portanto, o “progresso” tecnológico seria tambémum sinal de que estaríamos vivendo os tempos em que as profecias de NossoSenhor estariam se realizando ao pé da letra. Neste sentido essa profecia estáde acordo com a de São Nilo, Eremita do século V, que pré-anunciou a invençãodos meios de comunicação, do avião e do submarino como sinais precursores davinda do Anticristo e da Parusia.

Só no século XX o mundo seria capaz de ouvir, deuma hora para outra, notícias de guerras e de rumores de guerras. Portanto,este é o século da Parusia.

“Porque se levantará nação contra nação, ereino contra reino, e haverá fomes, pestilências e terremotos em diversoslugares. Todas estas coisas são o princípio das dores.” (Mt. 24, 7-8).

Muitos interpretam que aqui Nosso Senhor profetizouuma guerra mundial, ou geral, e nós já passamos por duas grandes guerras, queforam a 1ª e a 2ª guerra mundial.

Todos, agora, temem uma terceira guerra mundial,que pode extinguir por completo a vida sobre a terra.

As “fomes”, as “pestilências” e os”terremotos”, indicam a enormidade dos sofrimentos que teremos quepassar.

As “fomes” já existem em diversos lugares pelaseca, carestia, desempregos e falta de alimentos (seca no Brasil e miséria naíndia); as “pestilências” também já estão aí, como por exemplo aAIDS, o Cólera, o Ebola, etc.; os “terremotos” igualmente já ostemos, como o de Kóbi, no Japão, etc.

Nosso Senhor disse que estas coisas seriam o”princípio das dores”, como que indicando dores ainda maiores do queestas.

Mas, existem sofrimentos maiores do que estes? Quequis dizer Nosso Senhor com estas palavras? Quais são as dores ainda piores queesperam as pessoas naqueles dias que virão ou que já são?

Para sabermos quais são as dores ainda piores épreciso considerar o seguinte: As desgraças que Jesus descreve ali, são conseqüênciasdos pecados dos homens. Ora, o pecado é a causa do sofrimento neste e no outromundo. Portanto, “guerras”, “fomes”, “pestilências”e “terremotos” são desgraças causadas pelos nossos pecados, quelevarão as pessoas, caso não se convertam, a sofrimentos ainda maiores, queseria o fogo do Inferno.

Para livrar as pessoas do século XX e XXI dacondenação eterna, Nossa Senhora, em pessoa, apareceu em Fátima, e indicou ocaminho que devemos seguir, se quisermos ser salvos.

Lá Ela mandou rezar o terço todos os dias, e a nãoofender mais a Deus Nosso Senhor.

Quando Ela disse: “Não ofendam mais aDeus”, repetiu o que disse Cristo para a mulher pecadora: “Vai, e nãopeques mais”, ou seja, convida os pecadores a lutarem contra os pecados dacarne que, segundo revelou Ela à Jacinta, são “os que mais almas levam parao Inferno”.

Nessa profecia das guerras Nosso Senhor JesusCristo profetizou, de forma implícita, uma espantosa crise de fé e de moral,que seria a maior e a mais grave de todos os tempos.

As guerras são efeitos de uma causa. Ora, o”esquecimento de Deus” (Oséias, 4) é a causa das guerras. Logo, oabandono das práticas religiosas, que significa o esquecimento de Deus, é acausa das guerras.

Só quem não pratica mais a fé, ou que deixa Deuspara segundo plano, é que pode esquecer de Deus. Portanto, na profecia dasguerras, Jesus profetizou também uma profunda e gravíssima crise de fé.

“Então sereis sujeitos às tribulações e vosmatarão, e sereis odiados por todas as gentes por causa do meu nome. E muitosentão se escandalizarão, e uns aos outros se entregarão e se odiarão.”(Mt. 24, 9-1 0).

Para que esta profecia se cumpra, ao pé da letra,é preciso que os cristãos sejam valentes, e que não tenham medo de professara sua fé: é a guerra já anunciada no Proto-Evangelho, entre os “filhos daMulher” e os “filhos da Serpente”.

Os cristãos estão calados, estão com medo defalar, de professar a sua fé! A propaganda anticristã é muito maior que apropaganda cristã! Deus quer a propaganda cristã a “tempo e fora detempo”, com toda a “paciência e doutrina”.

Deus quer que os cristãos dos “últimostempos” sejam imitadores dos Mártires do começo da era cristã.

É preciso ser valente na guerra! Infelizmente oscristãos estão covardes e calados! Eles estão respeitando os inimigos da Fé!Que a impiedade dos ímpios não faça os cristãos ficarem calados!

Vamos fazer propaganda da fé Católica, como, ondee quando pudermos! Vamos rezar pela nossa conversão e pela conversão dospecadores! Vamos lutar por Deus, com ousadia, desafiando a morte, o ódio, ador!”

Não temer nada! É isto que Deus quer de nós!

“Levantar-se-ão muitos falsos profetas, eseduzirão a muitos.” (Mt. 24, 11).

Profeta, como vimos, quer dizer “falar em nome deoutro”, e aqui significa aquele que fala em nome de Cristo. Ora, para falar emnome de Cristo, é preciso ser enviado por Ele, ou seja, receber a Ordem queCristo deu aos Apóstolos, e estes aos seus legítimos Sucessores.

Os Sucessores dos Apóstolos são os Bispos. Paraque alguém seja Bispo ou Sacerdote é preciso ser investido deste poder pelaimposição das mãos, conforme a Escritura e a Tradição, ou seja, receber doBispo o poder que receberam dos Apóstolos, e estes de Jesus.

A profecia fala, portanto, de falsos enviados, defalsos bispos, de falsas igrejas, de falsos místicos, de crise de fé e demoral.

Esta profecia testemunha que só a Igreja Católicaé a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque antes dela não existia nenhumaoutra. As outras surgiram depois.

“Levantar-se” significa investir a si mesmo deum poder que não tem. Significa proclamar-se profeta, pastor ou pregador, semser enviado por Cristo.

É preciso entender bem, porque a simples leiturada Bíblia não transforma ninguém em profeta, pastor, pregador, ou bispo. Aleitura da Bíblia pode converter alguém, mas não pode dar “poderes”, ou omúnus ou a missão de ensinar.

Um exemplo bem claro e atual de falso profeta é ofundador da igreja “Universal do Reino de Deus”, o “pastor” ou“bispo” Edir Macedo. Todos os fatos indicam que esta profecia realizou-secom a revolução protestante, que seduziu ou conquistou muitos católicos.

Mas a causa da deserção de muitos católicos paraas mais diversas seitas, é uma profunda e gravíssima crise de fé e de moralque sofre a Igreja de Cristo nestes últimos tempos.

O protestantismo é uma crise de fé que militacontra o catolicismo à margem, ou fora da Igreja, e faz de seus pastores os“falsos profetas” dos “últimos tempos”, e de seus fiéis verdadeiras“vítimas” de seus enganos.

Mas no interior da Igreja há um outro erro; quegerou e promoveu a maior e mais grave crise de fé de todos os tempos, e esteerro chama-se modernismo.

O modernismo transformou muitos Sacerdotes emfalsos profetas.

O Papa São Pio X lançou a pena de Excomunhão”Latae Sententiae” contra os modernistas e suas teses.

Por causa de se multiplicar a iniqüidade, seresfriará a caridade de muitos.” (Mt. 24, 12).

Iniqüidade é uma palavra que vem do latim(“in + aequalia”) e significa “desigualdade” (“in = não +aequalia = igual”). Aqui seria a desigualdade na relação dos cidadãos, adesproporcionalidade do bem comum, onde uns têm demais, e outros de menos.Seria o convívio social baseado não na honra, ou na honestidade, mas nas paixõesignóbeis.

Iniqüidade significa a relatividade da justiça edo bem comum. A Constituição do Estado Federal diz que a “Lei é paratodos”, sem “distinção de qualquer natureza”, baseando-se no princípioda eqüidade.

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