O prêmio do Terror

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Dilma - A terrorista eleita presidente do BrasilSão Paulo Apóstolo nos diz: “Virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.” (2 Tm. 4, 3-4). Nenhum grupo de pessoas se aparta mais da verdade para ouvir apenas as fábulas quanto os membros da esquerda revolucionária. A realidade de que a guerrilha do Araquaia foi um movimento desordeiro, promotor de ações terrorista, guerrilha armada e assassinatos covardes pelo interior do Brasil nos anos 60, não soa em seus ouvidos como a constatação de fatos inquestionáveis com base em tantos crimes promovido tanto pela tal guerrilha quanto pelos seus co-irmãos da VPR, AP, ALN, Val Palmares, etc. Ao contrário, preferem se apegar a ilusão romântica de um grupo de jovens idealistas, oprimidos por um governo dito malvado e tirano, transformando esta fantasia macabra em uma “verdade incontestável” no imaginário popular mediante a utilização dos mais sórdidos e obscuros recursos de engenharia comportamental, como a Espiral do Silêncio e a Desinformação.

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O aparato de propaganda a disposição do governo, promove hoje uma censura muito mais organizada e feroz do que na época do regime militar. Uma prova cabal desta realidade é a ampla divulgação de processos impetrados contra os militares, muitos já septuagenários ou octogenários, por supostos crimes cometidos. A matéria a seguir, que foi veiculada inclusive no Jornal Nacional da Rede Globo na noite de 13/03/2012 (clique aqui para ver a matéria), mostra o quão imbuída está a impressa de “demonizar” os militares, em sua visão utópica cruéis opressores de “verdadeiros heróis que lutadores da liberdade e do estado democrático”. O Ministério Público Federal(MPF) irá denunciar hoje, 14 de março, o coronel da reserva Sebastião Curió, pelo desaparecimento de cinco terroristas da guerrilha do Araguaia. A alegação do MPF é que o coronel Curió não pode se beneficiar da Lei da Anistia, pois os cinco terroristas ainda estão desaparecidos, o que caracteriza um crime permanente.

Dentre tantos absurdos que envolvem esta matéria, como a ausência de indícios do envolvimento do coronel Curió com o desaparecimento dos terroristas ou o nome das vítimas para que se verifique se elas estão mesmo desaparecidas ou em outros países, como ocorrido com o coronel Plazas Vega na Colômbia, o que mais chama atenção foi a forma como os guerrilheiros foram tratados. Ao invés de serem rotulados com o título por eles conquistado com muito suor, lágrimas de famílias inocentes como a do recruta Mário Kozel Filho e a do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Chandler, o sangue de muitos cidadãos inocentes como Armando Lovequio que perdeu uma perna no atentado contra a Embaixada dos Estados Unidos, dinheiro roubado de joalherias, bancos e do ex-governador de São Paulo Ademar de Barros e o assassinato moral do Cabo Anselmo, tiveram sua exemplar ficha de crimes enobrecida com o honroso título de “militantes”.

Na época dos atentados em Oslo, toda esta mesma mídia sem mais demora rotulou Anders Behring Breivik de “terrorista cristão de extrema direita”, sem o mínimo cuidado de averiguar se tal fato era real. Ao passo que os terroristas do Araguaia, a lista arquiconhecida de crimes são ignoradas e dão lugar a um verdadeiro “vale de lágrima de sangue”, onde Rousseff é uma das grandes Carpideira. No caso da Noruega, pouco tempo depois, descobriu-se que Breikik era um darwinista radical e que fora treinado pela FSB (nome atual da KGB) na Bielorrússia. No caso do Araguaia, nem mesmo sabemos se esses desaparecidos foram sequestrados ou mortos pelos soldados do coronel Curió ou por membros da própria guerrilha, visto que a prática do extermínio de possíveis desertores e insurgentes era punida com a morte em muitos casos.

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