O ELO PERDIDO

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O ELO PERDIDO…

“Porquanto todo aquele que faz o mal, odeia a luz e não vem para luz, para que suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”. (Jo. 3,20-ss)

Já há muitos séculos todos os que estudam profundamente a perseguição movida contra nossa Igreja Católica Apostólica Romana encontram a “Reforma Protestante” pelo caminho.

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Disse Copin Albancelli: “Como todas as heresias que a precederam, a reforma foi um esforço na tentativa de modificar o estado de consciência do mundo cristão; e até hoje se tem considerado como um desfecho espontâneo. Isso tem sido um grave erro. É impossível admitir que em pleno século XVI fosse possível acontecer uma divisão desse gênero, em toda a Europa, sem uma grande preparação e organização”.

Porém, a maioria dos nossos irmãos, que desconhece essas longas e aprofundadas pesquisas, se questiona:

-Na origem desses fatos, quem estará por trás?

-Quem serão os interessados em prejudicar o catolicismo?

Antes de continuarmos, queremos pedir a todo católico de fé, de responsabilidade, e que realmente ama e defende sua Igreja, aquela que foi designada pelo próprio Senhor, para que busque aprofundar-se nestes assuntos, pesquisando (enquanto ainda for possível, já que arquivos importantes, que contêm a verdade histórica dos fatos, estão sendo perseguidos e incinerados…) e interessando-se sobre tudo o que for dito aqui (procure ler principalmente sobre o que bispos e padres sofreram durante o 2º reinado, em Pernambuco, no resto do país e também no México).

Quando é que iremos nos convencer de que as verdadeiras histórias da humanidade, principalmente aquelas que implicam em dominação, ou seja, as autênticas intenções e os fatos reais, foram quase sempre escondidos por aqueles que detêm o poder e que sempre manipulam a imprensa, a opinião pública e os próprios registros históricos? Até hoje conhecemos o que é possível a “platéia” saber, nunca, jamais o que se passou por trás da “cortina”, nos bastidores. Isso que está na grande mídia e nas publicações populares (revistas, jornais, livros históricos, etc) são apenas partes “permitidas” dos acontecimentos… Quando identificados fatos graves não divulgados eles reagem: “alguémesqueceu” de citar… não era “tão importante” assim… era “altamente polêmico”… Na verdade o que vem a público são apenas narrativas de causas e conseqüências visíveis e comentários superficiais daquilo que está “na cara”, nunca a origem do que está nos gabinetes sombrios daqueles que provocaram os fatos, muito menos suas conseqüências obscuras.

E ainda eles têm outra “técnica”… Como dominam hoje a mídia, e sempre dominaram a imprensa, pois foi em todo o mundo criada por eles… conseguem, quando é de seu máximo interesse, abusando da desfaçatez e da tergiversação,contestar e convencer a opinião pública mudando aquilo que está claro, por exemplo:

Sempre esteve claro que a tal “Reforma Protestante” visava dividir e enfraquecer a Igreja Católica e que tal fato não poderia ter acontecido acidentalmente… Pois eles conseguiram manipular e descaracterizar a verdade, convencendo gerações (vejam!) de que os católicos seriam os únicos culpados dessa divisão, e que tudo teria sido obra do acaso…

“O presidente Jefferson (EUA) uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, primeiro ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas dos bastidores.” (Dr. John Coleman)

Porem, nós temos um Deus onisciente, onipresente e onipotente, e a verdade, seus desígnios, suas palavras no Evangelho foram para todas as épocas, ou seja, são sempre atuais: “…Jesus começou a dizer a seus discípulos: guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, nada há escondido que não venha a ser conhecido. Pois o que dissestes às escuras será dito à luz; e o que falastes ao ouvido, nos quartos, será publicado de cima dos telhados.” (Lc. 12, 1-3)

Antes de continuar esta exposição, nada melhor que a Luz Divina de Deus Espírito Santo, através das palavras esclarecedoras de Nossa Senhora, reveladas a seu interlocutor, na Itália, Pe. Stefano Gobbi, para conduzir-nos no sentido da verdade:

“A besta semelhante a uma pantera

– Filhos prediletos, hoje vos reunis nos Cenáculos de oração para celebrar a festa do Coração Imaculado da Vossa Mãe Celeste.

Eu vos chamei de todas as partes do mundo para consagrar-vos ao Meu Coração Imaculado, e vós respondestes com amor filial e com generosidade.

Já formei para mim o meu exército, com os filhos que acolheram o meu convite e escutaram a minha voz.

Chegou o tempo em que o meu Coração Imaculado deve ser glorificado pela Igreja e por toda a humanidade. Porque, nestes tempos da apostasia, da purificação e da grande tribulação, o meu Coração Imaculado é o único refúgio e o caminho que vos conduz ao Deus da salvação e da paz.

Sobretudo, o meu Coração Imaculado torna-se hoje o sinal da minha segura vitória, na grande luta que se combate entre os sequazes do enorme dragão vermelho e os sequazes da Mulher vestida de sol.

Nesta terrível luta sai do mar, para ajudar o dragão, uma besta semelhante a uma pantera.

Se o dragão vermelho é o ateísmo marxista, a besta negra é a maçonaria.

O dragão se manifesta no vigor da sua potência; a besta negra ao contrário, age na sombra, se esconde, se oculta, de modo a entrar em toda a parte.

Ela tem as patas de urso e a boca de um leão, porque opera em todo lugar com a astúcia e com os meios de comunicação social, isto é, a propaganda.

As sete cabeças indicam as várias lojas maçônicas, que agem em toda a parte de maneira traiçoeira e perigosa.

Esta besta negra tem dez chifres e sobre os chifres dez diademas, que são sinais de domínio e de realeza.

A maçonaria domina e governa todo mundo por meio dos dez chifres.

O chifre, no mundo bíblico, foi sempre um instrumento de amplificação, um modo de fazer a própria voz ser ouvida mais alto, um forte meio de comunicação. Por isso, Deus comunicou a sua Vontade ao seu povo por meio de dez chifres que tornaram a sua lei conhecida: os dez mandamentos.

Quem os acolhe e os observa caminha na vida sobre a estrada da divina Vontade, da alegria e da paz.

Quem faz a Vontade do Pai, acolhe a palavra do Filho e participa da redenção consumada por Ele. Jesus dá às almas a própria vida divina, através da graça que Ele mereceu com o Seu sacrifício consumado no calvário.

A graça da redenção é comunicada por meio dos sete sacramentos.

Com a graça inserem-se na alma germes de vida sobrenatural que são as virtudes. Entre essas as mais importantes são as três virtudes teologais e as quatro cardiais: fé, esperança, caridade, prudência, fortaleza, justiça e temperança.

Ao sol divino dos sete dons do Espírito Santo, estas virtudes germinam, crescem, se desenvolvem cada vez mais e assim conduzem as almas pelo caminho luminoso do amor e da santidade.

A tarefa da besta negra, isto é, da maçonaria, é a de combater de maneira traiçoeira, mas tenaz, para impedir as almas de percorrerem esta estrada, indicada pelo Pai e pelo Filho e iluminada pelos dons do Espírito.

De fato, se o dragão vermelho age para levar toda a humanidade a desprezar a Deus, à negação de Deus e portanto difunde o erro do ateísmo, o intuito da maçonaria não é o de negar a Deus, mas de blasfemá-lo.

A besta abre a boca para proferir blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome e a sua morada, contra todos os que habitam no céu.

A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Eis porque, nestes tempos, por trás da perversa ação da maçonaria, difundem-se, por toda a parte, as missas negras e o culto satânico.

Além disso, a maçonaria age, com todos os meios, para impedir que as almas se salvem e assim quer tornar vã a obra da redenção consumada por Cristo.

Se o Senhor comunicou a sua lei com os dez mandamentos, a maçonaria difunde por toda parte, com a potência dos seus dez chifres, uma lei que é completamente oposta à de Deus.

Ao mandamento do Senhor: – “Não terás outro Deus além de Mim” – ela constrói outros falsos ídolos, diante dos quais hoje muitos se prostram em adoração.

Ao mandamento: – “Não nominar o nome de Deus em vão” – ela se opõe blasfemando Deus e o Seu Cristo, de tantos modos enganosos e diabólicos, até a reduzir o Seu nome a uma marca comercial indecorosa e a fazer filmes sacrílegos sobre Sua vida e sobre Sua divina pessoa.

Ao mandamento: – “Lembra-te de santificar as festas” – ela transforma o domingo em “week-end”, no dia do esporte, das corridas, dos divertimentos.

Ao mandamento: – “Honrar pai e mãe” – ela contrapõe um modelo novo de família fundado sobre a convivência, até mesmo entre homossexuais.

Ao mandamento: – “Não cometer atos impuros” – ela justifica, exalta e faz propaganda de todas as formas de impureza, até a justificação dos atos contra a natureza.

Ao mandamento: – “Não matar” – ela conseguiu legitimar, em toda a parte, o aborto, a fazer acolher a eutanásia, fazer quase desaparecer o respeito devido ao valor da vida humana.

Ao mandamento: – “Não roubar” – ela trabalha para que cada vez mais se difundam os furtos, a violência, os seqüestros e os roubos.

Ao mandamento: – “Não levantar falso testemunho” – ela age para que se propague cada vez mais a lei do engano, da mentira e da falsidade.

Ao mandamento: – “Não desejar as coisas e a mulher do próximo” – age para corromper profundamente a consciência, enganando a mente e o coração do homem.

Desta maneira as almas são incitadas no caminho perverso e mau da desobediência à lei do Senhor, são submersas no pecado e assim são impedidas de receber o dom da graça e da vida de Deus.

Às sete virtudes teologais e cardeais, que são o fruto do viver na graça de Deus, a maçonaria opõe a difusão dos sete vícios capitais, que são o fruto do viver habitualmente em estado de pecado.

À fé ela opõe a soberba; à esperança, a luxúria; à caridade, a avareza; à prudência, a ira; à fortaleza, a preguiça; à justiça, a inveja; à temperança, a gula.

Aquele que se torna vítima dos sete vícios capitais é gradualmente conduzido a tirar de Deus o culto que somente a ele é devido, para dá-lo a falsas divindades, que são a própria personificação de todos esses vícios.

E nisto consiste a maior e mais horrível blasfêmia.

Eis porque sobre cada cabeça da besta está escrito um título blasfemo.

Cada loja maçônica tem a tarefa de fazer adorar uma divindade diferente.

A primeira cabeça leva o título blasfemo da soberba, que se opõe à virtude da fé, e conduz a prestar o culto ao deus da razão humana e do orgulho, da técnica e do progresso.

A segunda cabeça leva o título blasfemo da luxúria, que se opõe à virtude da esperança, e conduz a prestar o culto ao deus da sensualidade e da impureza.

A terceira cabeça leva o título blasfemo da avareza, que se opõe à virtude da caridade, difundindo em toda parte o culto ao deus do dinheiro.

A quarta cabeça leva o título blasfemo de ira, que se opõe à virtude da prudência, e conduz a prestar o culto ao deus da discórdia e da divisão.

A quinta cabeça leva o título blasfemo de preguiça, que se opõe à virtude da fortaleza, difundindo o culto ao ídolo do medo, da opinião pública e da exploração.

A sexta cabeça leva o título blasfemo de inveja, que se opõe à virtude da justiça, e leva a prestar o culto ao ídolo da violência e da guerra.

A sétima cabeça leva o título blasfemo da gula, que se opõe à virtude da temperança, e conduz a prestar o culto ao ídolo tão exaltado do hedonismo, do materialismo e do prazer.

A tarefa das lojas maçônicas é a de operar hoje, com grande astúcia, para levar por toda a parte a humanidade a desprezar a santa lei de Deus, a operar em aberta oposição aos dez mandamentos, a subtrair o culto devido ao único Deus, para dá-lo a falsos ídolos, que são exaltados e adorados por um número cada vez maior de homens: a razão; a carne; o dinheiro; a discórdia; o domínio; a violência; o prazer.

Assim as almas são precipitadas na tenebrosa escravidão do mal, do vício e do pecado, e, no momento da morte e do juízo de Deus, no pântano do fogo eterno que é o inferno.

Agora compreendeis como, nestes tempos contra o terrível e insidioso ataque da besta negra, isto é, da maçonaria, o Meu Coração Imaculado se torna o vosso refúgio e a estrada segura que vos leva a Deus.

No meu Coração Imaculado se delineia a tática usada pela vossa Mãe Celeste para contratacar e vencer a enganosa trama usada pela besta negra.

Por isso formo todos os meus filhos a observar os dez mandamentos de Deus: a viver à letra o Evangelho; a usar com freqüência os Sacramentos, especialmente os da penitência e comunhão eucarística, como ajuda necessária para conservar-se na graça de Deus; a exercitar de maneira forte as virtudes, caminhar sempre na estrada do bem, do amor, da pureza e da santidade.

Assim sirvo-me de vós, meus pequenos filhos que a mim vos consagrastes, para desmascarar todas essas insídias enganosas que a besta negra vos arma e tornar enfim vão o grande ataque que a maçonaria desfechou hoje contra Cristo e a Sua Igreja.

E por fim, sobretudo na sua maior derrota, aparecerá, em todo o seu esplendor, o triunfo do Meu Coração Imaculado no mundo.” (03/06/89, Milão – Itália)

“Digo-vos a vós, meus amigos: Não tenhais medo daqueles que matam o corpo e depois disto nada mais podem fazer. Mostrar-vos-ei a quem deveis temer: Temei àquele que, depois de matar, tem poder de lançar no inferno; sim, eu vo-lo digo: Temei a este.” (Lc.12,4-5)

Leiam o que disse o Dr. John Coleman no capítulo “Hierarquia dos Conspiradores: O comitê dos 300”, no livro “Conspirators Hierarchy: The story of the Commitee of 300”. (América West Publishers, Carson City, Nevada, 1992)

As Metas “deles”:

“ – Um governo mundial/nova ordem mundial, com uma igreja e um sistema monetário unificados sob a direção deles. Não são muitas as pessoas que sabem que o governo mundial único começou a estabelecer a sua ‘‘igreja’’ na década de 1920/1930, pois perceberam a necessidade de uma fé religiosa, inerente ao ser humano, de modo a terem um veículo, e assim poderem ter corpo “religioso” para canalizar esta crença na direção que queiram.

-A destruição das religiões, principalmente da religião cristã, exceto a “religião” acima mencionada, criada por eles.

-Enfraquecer a fibra moral das nações e desmoralizar os trabalhadores da classe operária, criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuírem devido às políticas de desenvolvimento zero pós-industrial, apresentadas pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desalentados recorrerão a bebidas alcoólicas e drogas. Os jovens serão incentivados através do rock e das drogas a se rebelarem contra o “status quo” minando e subseqüentemente destruindo o núcleo familiar. O Comitê dos 300 encarregou o Instituto Tavistock de esboçar um plano para atingir esse objetivo. O instituto Tavistock por sua vez encarregou o Instituto de Pesquisas Stanford de assumir esse trabalho, sob a direção do professor Willis Harmon. Esse trabalho mais tarde veio a ser conhecido como “A Conspiração Aquariana” (o que dizem agora os infiéis, orgulhosos e céticos doutores da lei de plantão? Essa obra foi publicada em 1992… está aí a nova era…)

-Promover gângsteres do rock, como por exemplo o grupo imundo e degenerado dos “Rolling Stones”, e todos os grupos de rock criados pelo instituto Tavistock, que começou com “Os Beatles”. Continuar edificando o fundamentalismo cristão (seitas neopentecostais)… para o que eles acreditam erroneamente ser uma causa religiosa, com a intenção de promover a divulgação do cristianismo.

-Exportar idéias de “liberação religiosa” no mundo, de modo a minar todas as religiões existentes, mas principalmente a religião cristã (católica). Isto começou com a “teologia da libertação”, a qual causou a queda do governo da família Somoza, na Nicarágua, e que atualmente está destruindo El Salvador, agora (1992) com 25 anos de “guerra civil”, a Costa Rica e Honduras. Uma entidade que participou bastante na dita “teologia da libertação”, foi a missão Maryknoll, com ideais comunistas. Foi por causa disso que a imprensa deu tanta atenção ao assassinato das quatro “freiras” Maryknoll, em El Salvador, alguns anos atrás.”

Transcrevemos acima cinco das dezenove metas apresentadas, pois dizem respeito ao Cristianismo e a nossa Igreja; as outras quatorze referem-se a ações políticas, econômicas e sociais; no entanto uma dessas citaremos a seguir, pois ainda voltaremos a essa questão mais adiante neste texto:

“ – Dar o máximo apoio a instituições mundiais, como por exemplo as Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco de Acordos Internacionais (BIS), o Tribunal de Haia, e, tanto quanto possível, diminuir a eficácia de instituições regionais dissolvendo-as gradualmente ou colocando-as sob o controle das Nações Unidas…” (Hoje, 11 anos após este livro, o governo brasileiro permite a ONU fiscalizar o Poder Judiciário Nacional… coincidência? Grave ataque à soberania do país e a nossa autodeterminação!!!).

Continua o Dr. John Coleman: “…Algumas pessoas talvez tenham dificuldade de aceitar a idéia de uma conspiração global, porque tantos escritores têm lucrado com isso. Outras duvidam de que uma atividade a nível global possa progredir com tanto êxito. Eles vêem toda a burocracia que existe no nosso governo (EUA) e dizem: – Bem, como é que vamos acreditar que particulares podem fazer mais do que o governo? – Isso é porque se esqueceram do fato de que o governo faz parte da conspiração. Eles querem evidência concreta, e evidência concreta é difícil de se encontrar. Outros dizem: – E daí? Eu não estou nem aí com a conspiração; eu nem voto… Essa é exatamente a maneira como a população americana em geral foi condicionada a reagir. O nosso povo ficou desanimado e confuso, e isso é o resultado de anos de uma guerra travada contra nós. Um povo desmoralizado e confuso vai estar muito mais pronto para receber de braços abertos um “homem grandioso” que prometa subitamente resolver todos os problemas, e garantir uma sociedade bem organizada, na qual as pessoas têm um bom emprego, e a rivalidade doméstica é mínima. Esse ditador, que é o que vai ser, será recebido de braços abertos…”

“…e hão de adorá-lo todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos, desde a origem do mundo, no livro da vida do Cordeiro imolado”.(Ap.13,8)

Em 1963, discursando na Universidade de Columbia, o presidente John Kennedy declarou em tom de denúncia: “O alto posto de presidente tem sido usado para alimentar um plano para destruir a liberdade dos EUA e, antes que eu deixe o cargo, tenho que colocar os cidadãos a par da situação…”

Nesse mesmo ano de 1963, certamente sob muita pressão (quem sabe das mesmas “forças ocultas” de que fala o presidente Getúlio Vargas em sua carta-testamento, e também o presidente Jânio Quadros no seu discurso de renúncia…) Kennedy assinou uma lei que permite ao presidente dos EUA declarar estado de emergência, e assumir o total controle sobre a nação num prazo de uma hora. Essa lei de exceção, conhecida pelo código de ordem executiva 11490, poderá entrar em vigor a qualquer momento sob o pretexto de “aumento da tensão internacional ou um colapso do sistema financeiro”. Ao evocar essa lei, o governo norte-americano assumirá imediatamente o controle de:

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