Marxismo Cultural: Um alerta para os Católicos

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Olá caro leitor. Salva Maria, Mãe de Deus (Lc 1,43) e Nossa Senhora.
Durante essas últimas semanas, andei ouvindo muitas palestras elucidativas feitas pelo Padre Paulo Ricardo, que podem ser adquiridas gratuitamente no seu site http://www.padrepauloricardo.org e no próprio site da Canção Nova.

Muitos católicos e não-católicos vem a mim, questionando sobre a profunda crise que aflige a Igreja Católica no Brasil. É fato que a Igreja hoje colhe alguns frutos semeados em décadas passadas, profundamente contaminadas pela perniciosa Teologia da Libertação (melhor definida pelo Pe. Paulo Ricardo e endossada por mim como Heresia da Libertação). O esvaziamento espiritual que aconteceu nos últimos anos fez com que o povo, sedento de Deus, se afastasse de uma Igreja cada vez mais voltada para o social e menos para o Espiritual.

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A Doutrina Social da Igreja em momento nenhum afasta a necessidade de termos nosso crescimento espiritual e principalmente a busca pela nossa redenção que está em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Não tenho a intenção de entrar em maiores detalhes sobre Teologia da Liberação neste post, pois abordaremos com mais propriedade e solidez mais a frente. O fato é que tanto a Teologia(Heresia) da Libertação quanto a sociedade cristofóbica (não sei se essa palavra existe, mas hoje em dia virou moda criar uma fobia para qualquer coisa) que vivemos está conectada de maneira profunda e indissolúvel a uma realidade oculta, mas presente e latente nos círculos filosóficos, universitários e políticos de nosso país.

Esta revolução silenciosa, disfarçada de progresso social e humanitário, que visa uma “liberdade de pensamento” estraçalhando os grilhões do “sistema opressor” e assim promover a “liberdade de livre pensar e agir”, tem por objetivo nos levar a derrocada da sociedade que durante séculos foi sendo construída sob os pilares da espiritualidade cristã e seus valores sócio-culturais.

Esta mentira incutida no pensamento da sociedade atual remonta as mesmas mentiras que levaram as grandes revoluções socialistas do século XVIII e XX. Igualdade, liberdade e fraternidade que no fundo significam Desigualdade, Censura e Ódio mútuo. Você pode dizer que o está falando besteiras ou está sendo um direitista radical, mas basta observar a historia recente para constatar que o pensamento libertinos e revolucionário é completamente oposto ao pensamento livre e democrático, ao qual sou profundamente adepto. Pense apenas por um instante qual foi o resultado prático da Revolução Francesa do século XVIII, da Revolução Socialista Soviética, Revolução Socialista Chinesa, Norte-Coreana e no Leste asiático. Todas essas tentativas de estabelecer uma igualdade social, política e econômica conseguiu apenas trazer ao mundo o que se há de pior em termos de violência, privação de direitos e desrespeito a dignidade humana.

Vivemos uma grande mentira nos dias de hoje. Esta mentira diz que você é livre para pensar e fazer aquilo que julgue bom para sí e para um grupo qualquer de pessoas da sociedade e aqueles que são contra isso são os verdadeiros inimigos do povo e das classes mais pobres e excluídas. Entra aí os movimentos pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-camisinha, pró-feminismo, pró-reforma agrária com expropriação de direitos e todos esses outros “prós” que vemos hoje.

Você pode se perguntar o que isto tem haver com o Marxismo? a resposta é Simples. Tudo haver! O conceito social e filosófico criado por Marx e Nietzsche previa justamente uma luta de classes justamente por conta da tensão gerada pelas desigualdades sociais e políticas que se vivia no século XIX. Hoje em dia essa mesma desigualdade afasta cada vez mais os extremos. Ricos mais ricos e pobres mais pobres. Esta revolução filosófica que teve seu inicio na década de 50 com o Instituto de Pesquisas Sociais de Frankfurt, também conhecida como Escola de Frankfurt. Dela surgiram nomes Horkheimer, Adorno, Marcuse, Fromm, Lowenthal e cia. limitada são o que podemos dizer “tradutores do marxismo comunista para o ocidente” que podemos definir como Marxismo Cultural.

Esses senhores, em especial Heribert Marcuse, optaram por maquiar as idéias revolucionárias de Marx e Nietzsche e criaram toda uma ideologia filosófica que serviu de base para as revoluções sexuais e hippies da década de 60 e as revoluções estudantis das décadas de 70 e 80 em diversas partes do mundo. Seguindo-se a esses homens estão outros pensadores e filósofos que viveram suas vidas no meio do mais absoluto caos e depravação. Um bom exemplo disso vem do filósofo francês Michel Foucault, autor do livro Vigiar e Punir, era homossexual assumido, drogado e depravado, que de acordo com suas próprias palavras, teve uma de suas experiências mais intensas um atropelamento enquanto caminhava, sendo este um de seus momentos de maior e mais intenso prazer (Foucault, Michel – Silêncio, sexo e verdade – Pág. 9). Foi um dos primeiros a perecer por conta da AIDS.

A estratégia que o diabo quer colocar em nossos corações e mentes é justamente tornar a sociedade cada vez mais maquiavélica, ou seja, não importa como você é ou o que você faz desde que seja bom para o todo. Não importa se você se droga, se você rouba, se você se corrompe, se você tem relações sexuais pervertidas com mulheres e homens, desde que você faça isso em pró de uma “sociedade melhor”.

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