Mães da Morte

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Mãe Assassina no filme Mother's DayAo tratar do assunto que logo porei em evidência, minha memória puxa lá do fundo do baú algum programa do apresentador Flávio Cavalcanti, lá pela primeira metade dos anos oitenta, no qual uma distinta senhora propunha a criação de um partido composto somente de mulheres.

Garantia ela, naquela época em que nossas desilusões ainda eram sonhos adocicados, que as mulheres são incorruptíveis e que o nato instinto materno lhes provê uma melhor capacidade de cuidar e proteger.

De certa forma, tendo ainda a concordar com a ideologia feminista daquela senhora. Explico com dois exemplos: um certo amigo meu, empresário, já me confessou o temor que sente quando adentra em seu estabelecimento um fiscal do sexo feminino, especialmente uma mulher daquelas “que se trajam com especial distinção”. No filme “os gritos do silêncio”, uma das mais cruéis militantes dos campos de concentração do Camboja era uma menina extremamente leal ao Khmer vermelho.

Sim, meus caros leitores, as mulheres podem ser – e frequentemente o são – extremamente leais e protetoras, mas as diferenças aí residem: a quem elas votam seu juramento de lealdade e a quem elas devotam seus instintos maternos.

Esta introdução tem a pretensão singela de apresentar aos leitores um elenco formidável de mulheres extremamente leais e protetoras: leais à agenda globalista-socialista e defensoras do aborto, da eutanásia, da censura e da doutrinação ideológica em massa, pelos meios de comunicação e pelas escolas, a cargo de ong’s criadas e mantidas pela ONU, pelo governo e por entidades estrangeiras internacionais, como a Fundação Ford.

Quem quer que pense que o silêncio que se seguiu aos últimos atritos havidos em torno das escandalosas afirmações da Sra Eleonora Menicucci sobre o aborto signifique um recuo do governo, recai em grotesca ingenuidade.

Na verdade, um magistral trabalho de articulação está sendo executado, tendo como apoio para a alavancagem da agenda do PNDH-3 o próprio governo federal e a ONU, em parceria com uma infinitude de ong’s, movimentos sociais e intelectuais, todos adeptos da causa socialista, e olhem só…o “politicamente isentíssimo” Conselho Federal de Psicologia! Todos eles se comunicam intensamente entre si por meio de grupos de discussão e redes sociais, e o alvo de curto prazo, ao que parece, tem sido justamente o controle dos meios de comunicação.

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Abaixo, seguem alguns nomes de mulheres bastante ativas, ligadas umbilicalmente ao governo, à ONU e a entidades estrangeiras como as Fundações Ford:

1- Jacira Vieira de Melo:Diretora Executiva do Instituto Patrícia Galvão – Mídia e Direitos; Coordenadora e membro do Conselho Editorial da agência de publicidade Patrícia Galvão; colabora com a elaboração da pauta dos diversos eventos e produz a propaganda com recursos de instituições estrangeiras e brasileiras e não se supreendam, do Governo Federal (Quem diz que a Dilma está fora dessa?), tais como: ONU Mulheres – Brasil e Cone Sul, e UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas;Fundação Ford, Global Fund for Women,IPPF – International Planned Parenthood Federation, e IWHC – International Women’s Health Coalition; Ministério da Saúde e SPM – Secretaria de Políticas para as Mulheres (Olhem a Eleonora aí, gente!); Ashoka Empreendedores Sociais,Ibope, Instituto Avon, MacKinsey & Company, Mary Kay, e TV Cultura/Cultura Data.

2 – Ana Maria da Conceição Veloso:Conselheira Curadora da Empresa Brasil de Comunicação – EBC; jornalista e professora do curso de jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), Jornalista Amiga da Criança/ANDI e Empreendedora Social Ashoka. Participa do Fórum Pernambucano de Comunicação(FOPECOM), da Rede Mulher e Mídia, do Fórum de Mulheres de Pernambuco e do Centro das Mulheres do Cabo. É associada à Sinos Comunicação, ao Centro Dom Hélder Câmara(CENDHEC) e ao Coletivo Intervozes.

3- Beatriz Costa Barbosa (Bia Barbosa) – Sócia efetiva do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, uma organização fundada em 2002, composta por ativistas e profissionais com formação em Comunicação Social com a finalidade de promover o controle social da mídia, eufemismo para a censura e a doutrinação ideológica em massa.

4- Berenice Mendes – cineasta, atualmente gerente executiva de projetos especiais da EBC e membro da executiva do FNDC – Forum Nacional pela democratização das Comunicações – Foi, durante duas gestões, conselheira do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional.

5- Roseli Goffman – Psicóloga Clínica, Conselheira do Conselho Federal de Psicologia, Coordenadora de Mobilização e Organização do FNDC – Forum nacional pela Democratização da Comunicação, Titular da Comissão Organizadora da I Conferencia Nacional de Comunicação – Confecom

6 – Tamara Amoroso Gonçalves – Advogada do Instituto Alana, entidade que apoia o FNDC em seu objetivo de instaurar a censura e a regulamentação da produção de conteúdo a critério das ong’s ligadas ao governo. Recentemente, ingressou com uma representação junto ao Ministério da Justiça contra a empresa Ferrero Rocher por ter criado um espaço promocional dos seus produtos Kinder Ovo e Kinder Joy no Shopping Paulista, em São Paulo/SP.

A lista de mulheres assassinas e defensoras da censura, nem de longe, se esgota nesta lista, que é meramente amostral. Fiz questão de inserir todos os links que comprovassem seus currículos, para que nenhum leitor mais cético tenha uma vírgula para contestar. Em tempo oportuno, serão revelados mais nomes e as demonstrações de suas ligações.

Publicado por Klauber Pires

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