Entenda as Referências da Bíblia sobre a Virgem Maria

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” AVE CHEIA DE GRAÇA O SENHOR É CONTIGO ” (LC 1,28).

São Lucas nos repete que a Mãe de Deus, Virgem Maria Santíssima (LC 1,35), vivia todas as palavras se as obras de Jesus em seu coração como se nos quisesse afirmar que as viveu com AMOR (1 Cor 13).

Segundo a vivência de AMOR que pusermos em nossa vida, seremos ou não CRISTÃOS.

Qual o culto que se deve prestar a Nossa Senhora?
À Virgem Santíssima deve-se prestar oculto de uma veneração especial (que os teólogos chamam hiperdulia), o qual está acima da simples veneração (dulia),que se deve aos Santos, mas abaixo do Ato de Adoração (Latria),que é só devido a Deus.

” SÓ SE AMA AQUILO QUE SE CONHECE

E NÃO SE ESQUECE AQUILO QUE SE AMA! ”
O que é preciso para entender corretamente as referências Evangélicas sobre a Mãe de Deus?
Dificilmente se entenderá as passagens do Evangelhos referentes a Nossa Senhora sem ter presente a sua Santidade excelsa, a plenitude da graça que A sublimava. Essa plenitude de GRAÇA é atestada pelo mensageiro de Deus, vejamos de Deus e não dos homens. Isto é, pelo Arcanjo São Gabriel na Anunciação: ” DEUS te salve, CHEIA de GRAÇA, O SENHOR É CONTIGO (LC 1,28) ” – ”

BENDITA ÉS TU ENTRE AS MULHERES ” (LC 1,42).

Porque Maria merece veneração especial?

Maria Santíssima merece uma veneração especial por ser a MÃE DE DEUS e nossa Mãe. Devemos ainda a Ela uma veneração especial por sua santidade excelsa, sua PLENITUDE DE GRAÇA (LC 1,28), e pelo papel destacado que Ela ocupa na História da Salvação da humanidade.

Porque a Virgem é nossa Mãe?

Maria Santíssima é nossa Mãe porque, com seu amor, cooperou para que nascêssemos para a vida da graça. Ela é também nossa Mãe porque nos assiste em nossas necessidades espirituais e materiais, como faz toda boa mãe com seus filhos.

Em que momento de sua vida Maria se tornou especialmente nossa Mãe?

Maria se tornou nossa Mãe de modo especial na Anunciação (LC 1,26-38) e na Paixão (Jô 19,26).

Porque Maria se tornou NOSSA MÃE no momento da Anunciação?

A Virgem Maria se tornou Mãe na Anunciação porque foi nesse momento que Ela deu o seu consentimento para que se realizasse a Encarnação do Verbo e assim tivesse início a obra da nossa Redenção.

E porque também na PAIXÃO Maria se tornou nossa Mãe?

Maria se tornou nossa Mãe na paixão porque Jesus, do alto da cruz, entregou a Ela a Humanidade, representada por São João Evangelista, constituindo-nos seus filhos; ao mesmo tempo, no-la entregou a nós, fazendo-a nossa Mãe: ” Jesus, pois, tendo visto sua Mãe e o discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse a sua Mãe: Mulher, ei saí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua Mãe” (Jô 19,26-27).

Qual o papel de destaque de Maria na História da Salvação?

Ela ocupa o papel único na História da Salvação vindo de sua associação com Cristo na obra da Redenção.
Por sua inteira liberalidade, Deus quis depender do consentimento da Virgem Maria para que se desse a Encarnação do Verbo e assim se tornasse possível a nossa Redenção.

Essa foi a razão da embaixada do Anjo a Maria, conforme narra São Lucas:

” FOI ENVIADO POR DEUS O ANJO GABRIEL A UMA CIDADE DA GALILEIA, CHAMADA NAZARÉ, A UMA VIRGEM DESPOSADA COM UM VARÃO, QUE SE CHAMA JOSÉ, DA CASA DE DAVID, E O NOME DA VIRGEM ERA MARIA ” (LC 1,26-27).

Após a saudação:

” DEUS SALVETE, CHEIA DE GRAÇA, O SENHOR É CONTIGO; BENDITA ÉS TU ENTRE AS MULHERES, o Anjo apresentou a Maria a mensagem divina: “NÃO TEMAS, MARIA, POIS ACHASTE GRAÇA DIANTE DE DEUS; EIS QUE CONCEBERÁS NO TEU VENTRE, E DARÁS À LUZ UM FILHO E POR-LHE ÁS O NOME DE JESUS” (LC 1,30-31).

Esse não foi um simples comunicado, do anjo a Maria, que Ela fora ESCOLHIDA POR DEUS para ser a MÃE DO REDENTOR, e sim pedir o seu consentimento. Ou, Maria não tinha a liberdade para escolher aceitar ou não? Pois Deus respeita a liberdade humana, e convinha que a colaboração da Virgem santíssima na obra da Redenção fosse uma colaboração inteiramente livre.
As características que o Filho de Deus teria, também, foi apresentado à Maria pelo mensageiro divino,o anjo Gabriel. Tratava-se das características não de qualquer um mortal, mas sim do MESSIAS, que haveria de vir, e que todo judeu piedoso conhecia:

” ESTE SERÁ GRANDE, E SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO, E O SENHOR DEUS LHE DARÁ O TRONO DE SEU PAI DAVID; E REINARÁ ETERNAMENTE NA CASA DE JACÓ; E SEU REINADO NÃO TERÁ FIM ” (LC 1,32-33).

De que modo a Santíssima Virgem manifestou esse consentimento?

Depois de inteiramente esclarecida pelo anjo, a Virgem Santíssima deu o seu consentimento PLENO à OBRADA REDENÇÃO, através das belíssimas palavras que manifestam Toda SUA SUBMISSÃO A DEUS:

” EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR, FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA ” (LC 1,38).

Maria santíssima associou-se aos sofrimentos redentores de seu DIVINO FILHO?

Sim. Sua participação na Paixão redentora de seu Filho fora já predita pelo profeta Simeão, na apresentação do Menino Jesus no Templo (contemplado no quarto mistério gozoso do terço). O venerável ancião abençoou a Sagrada Família (Virgem Maria, São José e o menino Deus) e, tomando o Menino nos braços, disse a sua mãe:

” EIS QUE ESTE MENINO ESTÁ POSTO PARA RUÍNA E PARA RESSURREIÇÃO DE MUITOS EM ISRAEL, E PARA SER ALVO DA CONTRADIÇÃO. E UMA ESPADA(entenda-se de dor) TRANSPASSARÁ A TUA ALMA, A FIM DE SEDES COBRIREM OS PENSAMENTOS ESCONDIDOS NOS CORAÇÕES DE MUITOS” (LC 2,34-35).

O cumprimento dessa profecia foi pelos sofrimentos que Nossa Senhora teve ao longo da vida pública de seu DIVINO FILHO e, de modo mais especial, na hora da terrível Paixão. Quando todos os apóstolos fugiram, nesse momento, Maria acompanhou seu DIVINO FILHO até o alto do Calvário. Participando ali de todas as suas dores, angústias oferecendo-o de coração ao Pai Eterno pelo resgate dos homens.

Escreve São João com evangélica simplicidade: ” ENTRETANTO ESTAVA DE PÉ JUNTO À CRUZ DE JESUS SUA MÃE ” (Jô 19,25).

Qual o grau de união entre Maria e seu DIVINO FILHO?

Entre Maria Santíssima e seu DIVINO FILHO a união de alma foi a mais perfeita possível, pois nasceu da maternidade DIVINA e se completou na Paixão de Nosso Senhor.
Embora Cristo seja Homem e Deus ao mesmo tempo, e Maria seja mera criatura, existe uma união tão íntima entre a Mãe e o Filho, que não é possível separá-lo sem nosso AMOR. E quando esse amor se volta para Nossa Senhora, volta-se ao mesmo tempo para Nosso Senhor, e vice-versa.

” É IMPOSSÍVEL AMAR A VIRGEM SEM AMAR COM AMOR DE ADORAÇÃO AO SEU DIVINO FILHO, em outras palavras: NÃO SE PODE AMAR VERDADEIRAMENTE A CRISTO NOSSO SENHOR, SEM AMAR TERNAMENTE SUA SANTA MÃE. ”

Quando se reza a MÃE DE DEUS, é preciso sempre fazer uma menção explícita a Jesus CRISTO?

Mesmo que uma pessoa não faça uma menção explícita, toda oração feita à Virgem ou aos Santos tem como termo final Deus Nosso Senhor. De tal modo, que a devoção a Maria, longe de criar obstáculos para a ADORAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, ao contrário, É O CAMINHO MAI SINDICADO PARA CHEGARMOS A ELE.

Veja também

As Sagradas Escrituras fazem alguma referência à Imaculada Conceição?

Sim, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento.

No livro do Gênesis (3,15) Deus depois de amaldiçoar o demônio corporificado na serpente, acrescenta, referindo-se à Mãe do futuro Redentor: ” POREI INIMIZADE ENTRE TI (o demônio) e a mulher (Maria Santíssima), e entre atua posteridade (os maus) e a posteridade dela ” (Jesus Cristo).

Isto significa que Maria, pela graça de Deus, jamais estaria submetida ao império do demônio, nem mesmo antes de seu nascimento, pelo pecado original. Pois a promessa de Deus era peremptória: ” porei inimizade.”

Caso contraísse o pecado original, Maria ficaria, mesmo sem culpa própria, sujeita ao demônio; de algum modo, ficaria ” amiga ” do demônio. O que iria contra a PROMESSA DIVINA.
No Novo testamento, texto segundo São Lucas, o anjo se refere a Maria Santíssima como ” CHEIA DE GRAÇA ” E ACRESCENTA: ” O SENHOR É CONTIGO.”

A plenitude de graça e a proteção especial de Deus referidas aqui pelo Evangelista vão contra a possibilidade de que a Mãe de Deus tivesse contraído o pecado original. Pois, uma vez que Deus poderia dispensá-la dessa mancha, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, caso não a tivesse dispensado, a graça concedida à Virgem Maria não seria plena, o que iria contra a afirmação do Anjo. Portanto, Maria santíssima não contraiu o pecado original.

Virgem Maria Mãe de Deus

Há muitas outras alusões a esse privilégio da Santíssima Virgem, nas Sagradas Escrituras. Em geral. São em linguagem poética e simbólica.
Por exemplo lê-se nos Cânticos dos Cânticos:

” TODA ÉS FORMOSA, AMIGA MINHA, E EM TI NÃO HÁ MÁCULA.” – ” JARDIM FECHADO, ÉS IRMÃ MINHA ESPOSA, JARDIM FECHADO, FONTE SELADA.” – IRMÃ MINHA, AMIGA MINHA, POMBA MINHA, IMACULADA MINHA ” (Cânticos 4,7 e 12; 5,2).

E no livro dos Salmos: ” AS CORRENTES DUM RIO (de graças) ALEGRAM A CIDADE DE DEUS; ELA É INABALÁVEL. DEUS A AJUDA DESDE A AURORA ” (Salmo 45,5-6).

A Cidade de Deus, a morada do Altíssimo é Maria Santíssima, em cujo seio virginal habitou o Verbo Encarnado. Deus cobriu-a com um rio de graças e a protegeu desde a aurora, isto é, desde a sua Conceição imaculada. Por isso Ela é inabalável, o demônio nada pode contra ela.

” ELE MOSTROU A SUA ALIANÇA SANTA, DO JURAMENTO QUE FIZERA A ABRAÃO, NOSSO PAI: ELE NOS CONCEDERIA… RENDER-LHE SEM TEMOR O NOSSO CULTO NA PIEDADE E NA JUSTIÇA SOB O SEU OLHAR, AO LONGO DOS NOSSOS DIAS. E TU MENINO, SERÁS CHAMADO PROFETA DO ALTÍSSIMO, POIS CAMINHARÁS A FRENTE, SOB O OLHAR DO SENHOR, PARA DAR AO SEU POVO O CONHECIMENTO DA SALVAÇÃO POR MEIO DO PERDÃO DOS PECADOS. É O EFEITO DA BONDADE PROFUNDA DE NOSSO DEUS; GRAÇAS A ELA NOS VISITOU O ASTRO NASCENTE VINDO DO ALTO… ” (LC 1,72-78).

Como podemos resumir a devoção À Virgem Santíssima?

  • A DEVOÇÃO à Santíssima Virgem pode resumir-se em três atos: veneração, invocação e imitação;
  • A VENERAÇÃO consiste em prestar-lhe honra e louvor como Mãe de Deus e nossa Mãe, e a mais perfeita das criaturas;
  • A INVOCAÇÃO consiste em chamar por Ela, em pedir a sua proteção em todas as necessidades da vida, tanto as da alma como as do corpo, como faz todo filho pequeno com sua mãe;
  • A IMITAÇÃO consiste em praticar aquelas virtudes que mais nos assemelham a Ela, especialmente a pureza, a humanidade e a obediência.

Como manifestamos nossa devoção a Maria?

Manifestamos a nossa devoção a Maria de diversas maneiras: recitando orações e ladainhas dedicadas a Ela; celebrando suas festas e novenas; indo em romarias a seus santuários, etc.

De modo especial a Igreja recomenda alguma devoção a Maria?

Sim. A Igreja recomenda, principalmente através do Papa e os religiosos fiéis a ele, com insistência a recitação do Rosário (ou terço).

Por que essa recomendação do Terço?

Por ser uma devoção que agrada muitíssimo à Santíssima Virgem, a qual repetidas vezes têm pedido essa recitação do terço em suas manifestações, aparições, particularmente em Lourdes e Fátima.

Por que essa devoção agrada tanto à Santíssima Virgem?

Porque com ela honramos a Ela e a seu Divino Filho, pela recitação da Ave-Maria e do Pai Nosso e, ao mesmo tempo, recordamos e meditamos os principais mistérios e virtudes da vida e morte de Jesus e Maria, e de sua glória.

Que outras orações à Mãe de Deus a Igreja e os Santos têm recomendado?

Além do Rosário (Terço), a Igreja e os Santos recomendam a recitação frequente da Ladainha de Nossa Senhora (também chamada Ladainha Lauretana), do Angelus (O anjo do Senhor), da Salve Rainha, do Lembrai-vos e muitas outras orações.

Outras práticas e devoções aconselhadas pela Igreja?

O uso do Escapulário do Carmo (bentinho), de algumas medalhas de Nossa Senhora (particularmente a de Nossa Senhora das Graças, conhecida como a Medalha Milagrosa); outra muito aconselhada é a Consagração à Virgem. A exemplo de grandes Santos e incontáveis almas piedosas.

Muito recomendável e pedida pela própria Virgem à irmã Lúcia, a última dos videntes de Fátima, é a Comunhão reparadora no primeiro Sábado de cinco meses seguidos, em desagravo das ofensas contra o Imaculado Coração de Maria.

E que outra devoção agrada especialmente a Maria?

De modo especial agrada a Maria santíssima a devoção ao seu castíssimo Esposo, São José, escolhido pelo próprio Deus para servir de Pai ao Menino Jesus e protetor da Santíssima Virgem.
São José é o padroeiro das famílias católicas, por ser o chefe da Sagrada Família; por isso é muito útil e louvável colocar sob sua proteção os nossos lares. Ele é também o padroeiro da boa morte, por Ter morrido nos braços de Jesus e Maria.

Virgem Maria 3

“COMO PODE ALGUÉM CHAMAR DEUS DE PAI
SE NÃO HONRAR A MÃE DE DEUS? ”

Não se trata de excluir quer que seja, mas antes um alerta, chamamento para conversão, exame de consciência (atitudes) quanto as insídias (laços) do inimigo das almas, principalmente quanto a Mãe de Deus e de todos os homens.

Por exemplo, o que o Pai Eterno pensa sobre o menosprezo, injurias, etc que fazem com Sua e nossa Mãe(mandamento de Deus – honrar pai e mãe).

Quantos estão cativos das superstições e das leis diabólicas, ou seja, tirânica escravidão?

Esse Pai Eterno e que tem todos os homens (criatura feita a sua imagem e semelhança) por filhos na Sua Bondade, Compaixão e Misericórdia que sabe tudo, vê tudo, provê tudo, que é infinitamente bom, sabe perdoar facilmente e que só contrariado castiga e lentamente. Espera a todos porque todos vós sois meus Filhos.

E conforme Sua revelação a Madre Eugênia Ravasio (em mensagem a partir de 12 de agosto de 1932) o que Ele deseja: ” é pura e simplesmente o aumento do fervor dos justos, uma conversão sincera e perseverante, uma grande facilidade para a conversão dos pecadores, o retorno dos Filhos pródigos à Casa Paterna, em particular dos judeus e de todos os outros que são também minhas criaturas e meus filhos, como os cismáticos, os heréticos, os maçons, os pobres infiéis, os ímpios e as diversas seitas secretas.

Que queiram, ou não, é preciso saber que há um DEUS e um CRIADOR. Este Deus, que falará duplamente à sua ignorância, é-lhes desconhecido, eles não sabem que Eu sou o seu PAI.”
E a mesma aflição que o Pai Eterno tinha com o seu povo (de Israel) ainda hoje tem com a atual humanidade. E clama:

” Vós, meus filhos, que vos encontrais fora da Igreja Católica, ou que não conheceis qualquer outra religião a não ser aquela em que nascestes, e tal religião não é verdadeira, abri os vossos olhos. Aquele que vos criou e vos quer salvar: `eis o vosso Pai, sabei que não estais excluídos do Meu Amor Paterno `. Como sois meus filhos, dirijo-vos um apelo! Se vivestes até agora nas ciladas que o demônio vos armou, reconhecei que ele vos enganou e vinde a Mim, vosso Pai, e Eu receber-vos-ei com Amor e alegria!… É por causa dessa ignorância que não Me podeis amar. Sabei, que Eu não estou tão longe de vós como pensais! ”

E aos incrédulos, aos que permanecem na impiedade das sociedades secretas ” porque julgam que Eu lhes peço o impossível, que se têm de submeter às minhas ordens do mesmo modo que escravos a um senhor tirânico, que se mantêm envolvido no seu poder e que permanece, pela sua grandeza, distante dos seus súditos, para os obrigar ao respeito e à dedicação. NÃO, NÃO MEUS FILHOS!

Eu sei fazer-me pequeno mil vezes mais do que sois capazes de supor!

O que exijo, contudo, é a observância fiel dos meus Mandamentos, que dei à minha Igreja, para que sejais criaturas racionais e não vos assemelheis aos animais pela vossa indisciplina e as vossas más inclinações, para que possais conservar esse tesouro que é a vossa alma, e que Vos dei na total beleza Divina de que a revesti! “

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