As 5 etapas para o abismo eterno

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Caindo no AbismoOlá querido leitor. Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão com o Espirito Santo estejam com todos vocês.

Não é nenhuma novidade que a sociedade ocidental afasta-se cada vez mais de suas raízes cristãs, aprofundando-se mais e mais naquilo que o Santo Padre Bento XVI chamou de “amnésia histórica”. Apesar do Cristianismo continuar sendo a religião que mais cresce no mundo, o ataque voraz e desproporcional que toda a mídia global vem desempenhando em favor dos movimentos globalistas de esquerda e das “guerrilhas ideológicas” como os movimentos pró-aborto, gayzistas, feministas radicais e ambientalistas radicais.

Um outro front também se levanta cruel no oriente, matando diariamente milhares de cristãos nos países islâmicos, comunistas e hindus. Adicione a tudo isso a empáfia e a traição de lideres religiosos cristãos, como a CNBB e você terá a receita quase ideal para a destruição do cristianismo e a implantação de uma nova sociedade biônica, onde o certo é errado e o errado é certo, despida dos valores mais elementares que definem e diferenciam homens de simples animais, rebaixando a criatura a qual Deus disse ser sua imagem e semelhança ao mesmo nível que um cachorro, um gato ou uma galinha.

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Quando olhamos para esses cenários heterogêneos, alguns podem até pensar que a destruição da civilização cristã é na verdade um processo “evolutivo da sociedade humana, a qual está passando de uma era para outra”, bem como muitos arautos da tal “era de aquário” anunciavam nos anos 90.

O que pode num primeiro momento parecer coisas independentes, em muitos casos conflitantes entre si, mostra um plano articulado, provido de uma inteligência sagaz e cruel para destruir e subjugar não apenas os cristãos, mas toda a raça humana. Todos esses pontos são facetas de uma mesma estratégia, muito antiga, para que o demônio possa alcançar o objetivo pelo qual se insurgiu-se e foi expulso do paraíso. Tomar o lugar de Deus.

Podemos dizer que ao longo dos últimos cinco ou seis séculos, o demônio vem sistematicamente afastando as pessoas de Deus e aproximando de si. Este jogo satânico é executado através de sutis transformações no pensamento ocidental, com a finalidade de inverter a noção da realidade a legitimar assim o que no passado era proibido, ao posso de criminalizar aquilo que antes era bom e respeitável.

Em 12 de Outubro de 1952, o Papa Pio XII numa alocução aos homens da Ação Católica Italiana, delineava os traços principais do “inimigo da Igreja”. Nesta alocução, sabiamente o Santo Padre expôs 3 etapas do processo revolucionário pelo qual o demônio age contra a Igreja.

Acrescentaremos mais 2, totalizando assim 5 etapas da sua estratégia, as quais vou exemplificar com alguns movimentos e eventos que contribuíram para sua disseminação. Não entrarei em detalhes profundos neste momento. Estaremos ao longo do tempo publicando estudos profundos sobre estas 5 etapas e maneiras pelas quais podemos ajudar pessoas que estejam em uma dessas etapas a reconhecerem as armadilhas nas quais estão presas e, única e exclusivamente pela Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, retirar-las do atoleiro.

Essas etapas seguem uma cronologia, que pode ser medida pelos contextos e eventos históricos os quais elas se manifestaram. Entender esses contextos e elucidar-los é fundamental para que possamos enxergar as mentiras pelas quais essas etapas foram sendo implantadas. São Elas:

1 – Cristo Sim, Igreja Não

Perseguição calvinistaCom o surgimento dos movimentos protestantes no século XVI, muitas pessoas foram enganadas ao ponto de acharem era possível servir a Cristo sem estar em sua Igreja. Fato este que é absolutamente impossível, pois o Cristo fundou a Igreja Católica justamente para ser o Depósito de Fé (I Tm 3,15), instituiu um líder visível (Mt 16,18) para que este pudesse confirmar os irmãos na fé (Lc 22,31-32) e apascentar suas ovelhas (Jo 21,15-17), outorgando-lhe poder sobre toda a Igreja (Mt 16,19).

Se a Igreja é um corpo, cujo próprio Cristo é o cabeça, evidentemente que qualquer membro que esteja fora desse corpo não possui vida, sendo assim presa fácil para os chacais e hienas do deserto.

Principais movimentos: Luteranos, calvinistas, anglicanos, valdenses (século XII e XIII), puritanos e demais dissidentes da Igreja.

2 – Deus Sim, Cristo Não

Símbolo da MaçonariaOs séculos XVII e XVIII foram marcados por inúmeros movimentos humanistas, que viam Deus como uma espécie de arquiteto inerme e fonte criadora do universo auto-gerenciável, mediante as leis naturais estabelecidas no memento da criação de todas as coisas. Vemos então florescer os iluministas, as várias modalidades de maçônicas, agremiações e ordens ocultistas e espíritas e demais associações que viam um Deus distante e abstrato, manifesto não pela encarnação do Cristo, mas no conhecimento, nas ciências e na natureza. A visão antropocentrista se consolida de maneira a subjugar a figura do Cristo como o rosto humano de Deus ante a o conhecimento objetivo.

Quando se retira a figura de Cristo como o mediador e o caminho entre Deus e os homens (Jo. 14,6), automaticamente nos desviamos de seus ensinamentos por acharmos apenas expressões de uma forma de ver as coisas, como muitas outras que se possa haver. A substância mística que de fato legitima o Cristianismo é esvaziado completamente, tornado Jesus um mero pensador como seria um Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot ou qualquer outro vigarista que o valha.

É como se o homem não mais precisasse passar pela porta estreita que é Cristo para entrar no céu, podendo até mesmo atravessar a parede para entrar, e caso não consiga atravessar a parede, pode voltar a terra para tentar se purificar e assim tentar passar pela parede novamente numa outra vida, como erroneamente ensinam os kardecistas.

Principais movimentos: Maçonaria, iluminismo, cientificismo, espiritismo, naturalismo dentre outros.

3 – Deus não, Deus está morto ou sequer existiu!

Cartaz de Propaganda do Nazismo e do ComunismoNos séculos XVIII, XIX e XX foram marcados por uma mentalidade que pode ser sintetizada pela célebre, porem infame frase do filosofo alemão Friedrich Nietzsche. “Deus esta morto!”

Foi a época onde surgiram os movimentos materialistas, que buscavam não mais entender a realidade, mas transformar-la ao seu gosto. Neste estágio surgiu os movimentos revolucionários mais marcantes e sangrentos de toda a história humana. Foi a época da revolução francesa, do comunismo, do nazismo, das duas grandes guerras e inicio da revolução marxista cultural.

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