Sonho da elite globalista para destruir a humanidade

 

sagrada_familia_02Olá querido leitor. Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo e o Amor de Maria, Mãe do Meu Senhor (Lc 1,43) estejam com todos vocês.

Não é de hoje que estamos observando um forte movimento de apoio ao “casamento” gay, aborto, eutanásia, independência da mulher (leia separações do marido ao mínimo sinal de desavença), movimentos em defesa de “direitos humanos” para animais, ecologismo militante e demais politicas, as quais a pouco tempo atrás quase ou nunca se falar.

O fato é que muitas pessoas acham que tais coisas são impulsos sociais naturais ou movimentos sociológicos libertários que nasceram do consciente coletivo da humanidade mais “racional” e “livre” das amarras da maldita religião. Este tipo de mentira é normalmente dito por idiotas úteis aos movimentos de esquerda internacionais ou por simples papagaios a repetirem um discurso sem nenhuma base experimental, histórica e antropológica que o sustente.

Você pode perguntar então: Se isso é mentira, qual o verdadeiro objetivo dos grupos esquerdistas globais com a implantação de tais politicas?

A resposta será dada exatamente por esta matéria retirada do site nada conservador UOL, do grupo da Folha de São Paulo (mais comuna impossível), que mostra o que está por trás de todos esses movimentos, de aparência independente, mas que tem todo o esquema de poder unificado por trás para implementar a agenda do “politicamente correto”.

Espanholas estão tendo cada vez menos filhos e mais tarde, diz pesquisa

Ivanna Vallespín
Em Barcelona (Espanha)
El País

Menos bebês e cada vez mais tarde. Essa é a tendência sobre natalidade que começou a surgir em 2008, com o início da crise, e que no ano passado continuou se consolidando, segundo dados do Movimento Natural da População, publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). As cifras mostram uma queda nas taxas de natalidade e de fecundidade que começa a preocupar alguns especialistas, já que o envelhecimento da população se acentua.

No ano passado nasceram na Espanha 484.055 bebês, 1,96% a menos que em2009. Trata-se do terceiro ano de declínio continuado, depois de uma década de aumento favorecido pelas condições econômicas e sociais. Também diminui a taxa de fecundidade, isto é, o número médio de filhos por mulher, que baixa para 1,38.

familia-gravida-getty-300Menos filhos e mais tarde, já que em média hoje se é mãe pela primeira vez aos 31,2 anos, a idade mais elevada desde que se fazem registros. De toda a população, as mulheres de nacionalidade espanhola continuam sendo as que mais demoram para adentrar a maternidade (31,9 anos), enquanto as estrangeiras são um pouco mais precoces (28,7), embora também tendam a retardar a idade.

Os números marcam uma falta de novos nascimentos que preocupa os especialistas. Gerardo Meil, catedrático de sociologia na Universidade Autônoma de Madri, alerta que isso “pode pôr em risco a substituição geracional”. Meil aponta que a taxa de fecundidade desejada é de 2,1 filhos por mulher para garantir a sustentabilidade demográfica.

As causas do declínio nos nascimentos devem ser buscadas, segundo os especialistas, em aspectos estruturais como o envelhecimento da população, que ano a ano reduz o número de mulheres em idade fértil, mas também em elementos conjunturais como a crise, que afetou de forma notável jovens e mulheres.

Em momentos de dificuldade como os atuais, “os jovens vivem em um estado de instabilidade laboral e econômica que retarda sua emancipação e também a decisão de formar uma família”, afirma Pau Miret, pesquisador do Centro de Estudos Demográficos. Também contribui o declínio da imigração. “Os imigrantes iam solucionar nosso problema de substituição geracional, mas com a crise o número de recém-chegados baixou e muitos voltam para seus países com as famílias”, acrescenta Meil. Os especialistas consideram que a solução para essa tendência não pode chegar antes de uma melhora geral das condições econômicas.

Menos casamentos

Os casamentos também não vivem um bom momento.Os casais se unem oficialmente cada vez menos, segundo dados do INE. No ano passado, 169.020 casais na Espanha se prometeram em matrimônio, 3,6% a menos que em 2009. Os especialistas consideram normal esse declínio e o enquadram no contexto de envelhecimento da população e de mudanças nos modos de vida. “Cada vez a geração em idade de se casar é menos numerosa”, explica Miret.

Também diminui a taxa de nupcialidade (o número de casamentos por 1 mil habitantes), que passa de 3,82% em 2009 para 3,76%. Segundo Miret, cada vez há mais casais que optam por viver juntos e não formalizar o contrato matrimonial.E os que decidem fazer-lo o fazem no civil.Pelo segundo ano consecutivo, em 2010 os casamentos civis superaram as cerimônias religiosas. Em 21% há pelo menos um cônjuge estrangeiro.

Pelo contrário, as que exibem um aumento são as uniões entre pessoas do mesmo sexo, que representaram 2,1% do total em 2010, contra 1,7% no ano anterior.

Por outro lado, a expectativa de vida ficou em 82 anos, depois de avançar quase um ano. Por sexo, a das mulheres é de 84,9 anos e a dos homens, 78,9 anos.

A pesquisa demonstra claramente, até na proporção numérica que menos matrimônio e mais divórcios, mais uniões apenas no civil ou amasiados e uniões de pessoas do mesmo sexo significa menos crianças no mundo. Ora, sabendo que a família é a base de sustentação de toda a sociedade, é evidente para o movimento revolucionário destruir-la torna-se objetivo fundamental na intenção de construir a “nova sociedade dos sonhos”.

Fiquemos atentos para este fato e que São José, padroeiro e defensor de todas as Famílias interceda a Deus por todas as famílias do mundo!sagrada_familia_01

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